Ser desapegado é deixar ir.
Fácil? Claro que não!
Somos tão apegados que, se pudéssemos, retiraríamos das mãos de Deus, nossos entes queridos, quando soasse a hora da partida.
Sabiamente, Deus não nos concedeu essa possibilidade de intervir em sua lei. Seria o caos! A depender de nossa vontade, muitos retornariam, de imediato, outros, jamais!
Dessa forma, vamos exercitando o desapego, após perdas diversas. Vamos nos acostumando e compreendendo que nada é para sempre, daí precisarmos aproveitar o tempo, pois, não sabemos de quanto tempo dispomos.
O exercício do desapego é de mão dupla: precisamos deixar ir e, seguir sem apego, quando chegar nossa hora. E ninguém está fora desse aprendizado.


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