10. Questionamentos que me fiz neste Setembro Amarelo
Desenvolvendo a capacidade de escutar as pessoas, indistintamente, seja no lar, no trabalho, em sociedade...
2. Consigo escutar, verdadeiramente?
Quando ouvimos alguém com julgamentos ou pensando no que dizer à ela, não estamos escutando verdadeiramente. Ouvir, não é o mesmo que escutar.
3. E se alguém falar comigo e eu não conseguir “escutar”?
Significa dizer que, está na hora de começar a praticar essa habilidade, desde as conversas simples até as mais complexas. Como disse Jesus: Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.
4. Se as ideias não baterem com as minhas, saberei respeitar?
É aqui que entra a empatia, capacidade de entender e sentir o que os outros estão sentindo e pensando.
5. Estou realmente disponível?
Significa dizer que estou acessível, de prontidão, para atender a qualquer momento. Não deve ser apenas uma frase de efeito, que publico em minhas redes sociais. Preciso estar disposta ao auxílio, quando solicitada. Estou realmente disponível?
6. Será que podem contar sempre comigo, ou somente durante a campanha?
Muitas mensagens são veiculadas no mês de setembro, por ocasião da Campanha Setembro Amarelo, que vamos replicando em nossas redes sociais. Sabemos que o intuito da campanha é nos alertar para uma problemática presente em nossa sociedade, o ano inteiro.
7. Consigo entender a dor alheia?
Claro que não, não estou calçando o mesmo sapato que ela. Posso respeitar o momento de cada pessoa, assim como, gostaria de ser respeitada e acolhida nos momentos em que me deixar abater pela dor, mesmo que seja sem significado para outras pessoas.
8. E se a dor se travestir de alegria, saberei perceber?
Nem sempre conseguimos perceber os estados emocionais de nossos entes queridos. Muitos conseguem camuflar muito bem seus humores que, por vezes, se revelam em atitudes de auto aniquilamento. Quando percebermos extremos, entre o que a criatura está vivendo e o que ela está externando, não custa nada ficarmos próximos e oferecer o ombro amigo.
9. E quando não souber o que dizer?
Há momentos em que, o melhor a dizer é ficar em silencio e externar nosso afeto.
10. O que fazer para não deixar passar o momento?
Melhor pecar por excesso, do que por falta. Muitas pessoas carregam culpas imensas porque, ao serem solicitadas, não deram a devida atenção.
* * *
Precisamos entender que, a decisão final em romper com a vida, é da própria pessoa. Em muitas situações, mesmo com todo afeto, atenção e acompanhamento, não foi possível
impedir que o ato se concretizasse.
Dora Rodrigues
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