O PODER DAS PALAVRAS
Você é uma pessoa que gosta de falar?
Preste atenção neste ensinamento do espírito Ermance Dufaux:
Caso não consiga uma palavra dignificante ante as falas levianas, evite, pelo menos, engrossar a fileira dos que caíram na ação de maldizer.
Suas palavras são o retrato de suas qualidades ou imperfeições, por elas você é conhecido onde estiver.
Melhore a disciplina de seu mundo íntimo para que em todos os lugares sua boca fale daquilo que o coração enriquecido no amor nutre pelo bem.
Examine os sentimentos que orientam sua fala e conhecerá as raízes dos deslizes verbais que, quase sempre, são expressões enfermiças da inveja, da ambição, da irritação e do personalismo.
Quem derrapa na palavra aciona um sombrio mecanismo íntimo contra si mesmo.
Enalteça a vida e o próximo e perceberá em si mesmo os reflexos saudáveis da alegria e da energia refazedora.
Quando o coração se educa nos roteiros do bem e da virtude, a boca se transforma em um sublime canal de maravilhas e criações, elevando o padrão energético e protegendo a criatura na luz restauradora do descanso e da saúde, da força e da serenidade.
Nesta mensagem, Ermance nos convida a observação de nós mesmos, quanto a um recurso que utilizamos de forma inconsciente, que é a palavra, esse dom acessível, unicamente, ao ser humano.
Qual o conteúdo da nossa fala? Estamos sempre a nos maldizer? A reclamar? A criticar?
A boca fala do que o coração está cheio, disse Jesus.
Do que está cheio o nosso coração?
Os sentimentos da inveja, da ambição, da irritação e do personalismo que cultivamos em nosso mundo íntimo, se revelará através da palavra, na forma como nos expressamos em relação ao outro. Se é inveja, nossa fala será sempre de insatisfação pelas sucessos do outro. Que pessoa invejosa, dirão os que nos ouvem. Se é ambição, nossa fala será cheia de cobiça. Que pessoa ambiciosa, dirão os que nos ouvem. Se é irritação, nossa fala será sempre exacerbada, agressiva. Que pessoa irritada, dirão os que nos ouvem. Se é personalismo, atribuiremos tudo a nós mesmos. Que pessoa individualista, dirão de nós.
Percebem como, sem nos darmos conta, nos tornamos transparentes, ao fazermos uso da palavra?
Afastamos pessoas do nosso convívio, pela aura negativa que criamos em torno de nós. Ou aproximamos as pessoas, se a construção de nossa aura for positiva.
Eduquemos nosso mundo íntimo com bons pensamentos, bons sentimentos e, naturalmente, nossa palavra será educada, traduzindo compreensão, gratidão e fortalecimento, pelo conteúdo que flui do nosso coração, a jorrar pela nossa boca, pois como disse Jesus: da abundância do seu coração fala a boca.
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