Mulheres de minha vida
No dia consagrado à Mulher, estive ausente da globosfera em virtude de uma queda de pressão que volta e meia me acomete e me tira do ar, razão porque, não me manisfestei sobre tão importante data. Claro que não faltou manifestação de todas as formas enaltecendo a mulher e suas conquistas.
Como mulher, mãe de quatro lindas mulheres: Gelma, Andréia, Alessandra e Aleuda e avó de seis lindas princesas: Sabrina, Bruna, Mirela, Giovana, Alícia e Emmanuele, me sinto abençoada por Deus ter me permitido a convivência nesta existência com tão belos espíritos que complementam minha alegria na Terra.
Nasci numa família de seis mulheres, a contar com minha mãe, Maria do socorro e quatro irmãs: Dolores, Gorete, Lúcia e Margarete. Ambiente totalmente feminino que se estendeu até o lar que constituí e que recebeu o elemento masculino na chegada de meus três netos: Glauber, Lucas e Arthur.
Uma família feliz, posso afirmar!
Mas, falando da Mulher, aquela que ainda sofre o desrespeito e o descaso da sociedade e dentro do próprio lar, embora com grandes avanços, não podemos negar que muitas mulheres ainda se encontram à margem. Seja porque os seus direitos não são respeitados, seja porque ainda não conquistaram a independência financeira. Em muitos casos, porque entregaram suas vidas de tal forma ao companheiro, que já não atentam para a violência sofrida ao ponto de não perceber o crescente aumento da agressividade do companheiro, culminando muitas vezes com a perda da própria vida.
Embora atrasada, gostaria de relembrar a data com duas mensagens que não são novas mas que falam ao universo feminino.




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